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	<title>personalidadesgammonenes &#8211; Dalva Sueli</title>
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		<title>Personalidade Gammonense &#8211; O Gammon nos anos 1950: lembranças dos irmãos Pinto Dias João Carlos Pinto Dias e Ezequiel Pinto Dias</title>
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				<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 20:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalva Sueli]]></dc:creator>
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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="801" height="262" src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg.png 801w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg-300x98.png 300w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg-768x251.png 768w" sizes="(max-width: 801px) 100vw, 801px" /></div>
<p>Ezequiel, Aloisio e João Carlos Naquela época, o Instituto Presbiteriano Gammon já cumprira mais da metade de sua vida atual, encontrando-se amadurecido em suas concepções e filosofia iniciais. O garboso hino era cantado com ardor pelos moços de “alma verde”, a exaltar um inefável orgulho juvenil, amor à Pátria e anseios de cidadania, sob as [&#8230;]</p>
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								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="801" height="262" src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg.png" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg.png 801w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg-300x98.png 300w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg-768x251.png 768w" sizes="(max-width: 801px) 100vw, 801px" /></div>
<figure class="wp-block-image"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/04/ipbg.png" alt=""/></figure>



<div class="wp-block-image"><figure class="aligncenter is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image.png" alt="" class="wp-image-9011" width="697" height="466" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image.png 421w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-300x201.png 300w" sizes="(max-width: 697px) 100vw, 697px" /></figure></div>



<p>Ezequiel, Aloisio e João Carlos</p>



<p>Naquela época, o Instituto Presbiteriano Gammon já cumprira mais da
metade de sua vida atual, encontrando-se amadurecido em suas concepções e
filosofia iniciais. O garboso hino era cantado com ardor pelos moços de “alma
verde”, a exaltar um inefável orgulho juvenil, amor à Pátria e anseios de cidadania,
sob as bênçãos de Deus e à busca do progresso humano.</p>



<p>O arcabouço físico da linda chácara estava praticamente completo nos
anos 1950. As alamedas umbrosas cortavam todo o “câmpus” e o portal da frente alegremente
se abria à beleza branca do Lane Morton, o querido auditório de tantos eventos,
cultos e comemorações. Mais adiante, à esquerda, pontilhavam as salas de aulas
e no cimo do aclive descortinava-se o imponente prédio-sede original, então
destinado à biblioteca e salas de estudo. À direita da entrada, a belíssima
aleia de sapucaias, iniciada pela casa do reitor (Mr. Calhoun) e comportando,
ao longo, os três dormitórios do internato. Ao final, estavam o auditório velho,
o refeitório novo, a pequena enfermaria e as casas do diretor (Sinval Silva),
do gerente (Sr. Batista) e do missionário Carl Hann. </p>



<p>Abaixo da aleia, em declive, os campos esportivos e a sede dos
equipamentos, conhecida como<em> Eliseia</em>.
Finalmente, à direita do campo de futebol, debruçava-se uma ladeira plantada de
eucaliptos, o famoso “desgalhador”, que tanto trabalho dava quando as bolas ali
caiam.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-1.png" alt="" class="wp-image-9012" width="619" height="933" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-1.png 416w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-1-199x300.png 199w" sizes="(max-width: 619px) 100vw, 619px" /></figure>



<p>Eduardo Ezequiel e João Carlos em frente ao Lane Morton</p>



<p>Lá embaixo, um pequeno riacho a correr pelo <em>cannon,</em> que separava o Instituto da Escola Superior de Agricultura
(ESAL). E na Dr. Augusto Silva, a praça principal de Lavras, ficava o majestoso
Colégio Carlota Kemper, com internato e externato para lindas moças, muitas das
quais desciam a ladeira, para atividades escolares e sociais no Gammon. Esta
paisagem se manteve praticamente estável até os dias atuais, aprimorada com novos
laboratórios, piscina e equipamentos desportivos. Mais tarde, apesar do fechamento
do internato e a competição com novas casas de ensino do País, o Gammon
manteve-se vivo, chegando a mil alunos nos anos recentes. Interessante
lembrar-se que, a partir de 1955, os formandos de diversas turmas fizeram
construir bancos de alvenaria com seus nomes encrustados, ao longo da pequena avenida,
a substituir os tradicionais quadros de formatura.</p>



<p>Por contingências de sobrecarga familiar, os cinco filhos de Emmanuel Dias e Nícia de Magalhães Pinto Dias por lá estiveram entre 1953 e 1957, a saber: Emmanuel (Leo) e Eduardo, os dois mais velhos, foram em 1953 para um ano de estudos. Eduardo voltou em meados de 1954 com João Carlos, ambos no 1º Científico. Este último terminou o Científico em 1956. Ezequiel e Aloisio entraram ambos no Ginasial em 1955 e ficaram no Gammon até 1958. Eduardo deixou o Gammon em 1955, matriculando-se no Curso Técnico da ESAL &#8211; a formatura foi em 1958.</p>



<p>Na sequência, os principais encaminhamentos dos cinco Pinto Dias foram:</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-2.png" alt="" class="wp-image-9013" width="723" height="904" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-2.png 411w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-2-240x300.png 240w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /></figure>



<p>Emmanuel Pinto Dias</p>



<p>&#8211; Leo formou-se em Farmácia pela UFMG (1964), dedicando-se
posteriormente aos estudos experimentais sobre Esquistossomose, no Centro René
Rachou, da Fiocruz, em Belo Horizonte. Faleceu em 1989. Casado com Daura, deixou
cinco filhos.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-3.png" alt="" class="wp-image-9014" width="760" height="524" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-3.png 416w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-3-300x207.png 300w" sizes="(max-width: 760px) 100vw, 760px" /></figure>



<p>Eduardo e a filha</p>



<p>&#8211; Eduardo trabalhou em Bambuí (Fazenda Água Santa e Laboratório
Cruzdias), mudando-se posteriormente para Belo Horizonte, onde trabalhou no
comércio de pedras preciosas e possuiu oficinas de automóveis. Casou-se com Ana
Maria e deixou uma filha, falecendo em 1988.</p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-4.png" alt="" class="wp-image-9015" width="735" height="551" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-4.png 415w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-4-300x225.png 300w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-4-86x64.png 86w" sizes="(max-width: 735px) 100vw, 735px" /></figure>



<p>João Carlos junho ao banco da turma dele &#8211; 3º científico – 1956</p>



<p>&#8211; João Carlos formou-se em Medicina na Faculdade de Medicina da USP, em
Ribeirão Preto (março de 1963). Trabalhou como médico no Rio de Janeiro, Bambuí
e Ilha Solteira, voltando para Belo Horizonte em 1972, dedicando-se na Fiocruz
às pesquisas sobre Doença de Chagas, herança de seu pai. Fez mestrado e
doutorado na UFMG, chegando a professor titular em Clínica Médica (1991). Foi
presidente da FUNASA, diretor do Programa Nacional Contra a Doença de Chagas e
consultor da Organização Mundial de Saúde. É membro da Academia Mineira de
Medicina e pesquisador emérito da Fiocruz. Casado com Rosinha, tem quatro
filhos.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-5.png" alt="" class="wp-image-9016" width="719" height="1278" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-5.png 413w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-5-169x300.png 169w" sizes="(max-width: 719px) 100vw, 719px" /></figure>



<p>Ezequiel e João</p>



<p>&#8211; Ezequiel terminou o 3° Científico em São Paulo e em seguida fez
Engenharia Eletrônica no ITA. Terminaria o curso em 1964, mas com o golpe
militar naquele ano sofreu um trancamento de matrícula e no ano seguinte foi
desligado da escola. Recebeu seu diploma somente em 2005, por iniciativa do
reitor do ITA que reverteu as punições injustas ocorridas no período da Ditadura
Militar. Fez curso de pós-graduação <em>latu sensu</em> em Informática
(especialização), em Grenoble, França, em 1968 e 1969. Trabalhou no IBRA
(depois INCRA), no SERPRO e no DATASUS (Departamento de Informática do SUS).
Participou na criação e foi o primeiro presidente da Associação de
Profissionais em Processamento de Dados do Rio de Janeiro, APPD-RJ, e da APPD
Nacional. Casado com Sônia Lúcia, tem três filhas.</p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-6.png" alt="" class="wp-image-9017" width="750" height="562" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-6.png 418w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-6-300x225.png 300w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-6-86x64.png 86w" sizes="(max-width: 750px) 100vw, 750px" /></figure>



<p>João Carlos, Ezequiel e Aloisio </p>



<p>&#8211; Aloísio terminou o Científico em Belo Horizonte e Petrópolis,
formando-se em Psicologia pela UFMG, em 1979. Especializou-se em Psicologia
Social e integrou grupos importantes, como o do Prof. Pierre Weil e Ângelo
Gaiarsa. Trabalhou como psicólogo no Banco Real, nas Centrais Elétricas de São
Paulo e na Imperial Chemicals Industries (Inglaterra). Faleceu em São Paulo, em
2018. Casado com Beatriz e Eliana, deixou três filhos.</p>



<p>Ao longo dos anos, os cinco irmãos guardaram preciosas lembranças do
Gammon, alguns considerando ter ali vivido os principais momentos de sua juventude,
em termos de formação humana e amadurecimento social. Tal sentimento, aliás, tem
sido compartilhado por inúmeros colegas daquela e de outras gerações
gammonenses, pois </p>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-7.png" alt="" class="wp-image-9018" width="664" height="499" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-7.png 427w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-7-300x226.png 300w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-7-86x64.png 86w" sizes="(max-width: 664px) 100vw, 664px" /></figure>



<p>Turma de Ezequiel na casa de Grace e Carl Hahn – 1957</p>



<p><em>“o Gammon nunca sai da gente”</em>. Marcaram sobremaneira, os parâmetros de
disciplina consciente, participação, responsabilidade pessoal, amor à
instituição e meritocracia, que se viviam no colégio e eram fortemente incutidos
nos alunos. Em paralelo, cultuando sua “alma verde” na vivência diária, nos
eventos e competições, o Instituto fazia-se amar e respeitar. No hino famoso, o
Colégio assume paternidade, vaticinando-se que “<em>em cada filho tu verás
recompensado teu nobre labor</em>”. E foi emblemático que ao final de
1954, quando foi concebido e posto à venda um formoso agasalho branco e verde,
com as insígnias gammonenses, logo se esgotou o estoque e as ruas de Lavras se encheram
de meninos envergando aquela blusa, fosse no frio, fosse no calor. É de
notar-se que o Instituto vem coerentemente cumprindo o <em>desideratum</em>
original, preparando quadros de liderança social e política, formando homens de
bem, compromissados com o progresso. Educadores, intelectuais, profissionais de
destaque, gestores e empresários diversos têm saído de seus quadros ao longo
das gerações. Da nossa, especificamente, mencionem-se, por exemplo, o ministro e
secretário Alysson Paulinelli; o diretor da ESAL, Sílvio Nogueira; o presidente
do Serpro, Ricardo Saur; o presidente da FUNASA, JCP Dias; o pastor presbiteriano,
Márcio Moreira; o secretário de Governo de Minas Gerais, Márcio G. Villela; o jornalista
Murilo Felisberto; o comandante de jatos, Sóter França; o presidente da UNE, Altino
Dantas; os diretores da Emater, como José Lobato Neto e Ubaldino Machado, e do Serpro,
EP Dias; o secretário de Saúde do Rio de Janeiro, R. Gazzola; a reitora da UFMG,
A. Gazzola; e nossas queridas misses Minas Gerais, Anelise Kjaer (1956) e Liba
Carrascosa (1960). No campo desportivo, outro lado forte do Gammon, sejam
citados o Alfredão, o Delane, o Marcelo e o Canarinho (atletismo), a Selma
(vôlei) e o Henrique e Mateus (futebol), entre outros.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-8.png" alt="" class="wp-image-9019" width="745" height="536" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-8.png 414w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-8-300x216.png 300w" sizes="(max-width: 745px) 100vw, 745px" /></figure>



<p>Emmanuel Pinto Dias com a esposa e filhos</p>



<p>Um sentimento de familiar ternura foi forjado pelos tempos, na
convivência amiga e responsável entre alunos, professores e funcionários,
plasmando-se sincero orgulho pelas lides acadêmicas e artísticas, pela bela
chácara, pelas inúmeras vitórias esportivas, pelo escopo socializante e pelos
símbolos do Instituto. Prof. Sinval, em sua imensa sabedoria, também estimulava
para que os alunos amassem a natureza, discutissem
a vida e namorassem bastante, preparando-se para a maturidade e para as escolhas certas. E garbosos, gammonenses e
kemperinas desfilavam com perfeição pela cidade nos dias da Pátria e do
Instituto, aplaudidos com fervor pelo povo lavrense, que amava o Gammon. A
socialização passava também pelo <em>Coral</em>, pelo teatro, pelas excursões e
pelas rotineiras reuniões do <em>Retiro Literário e Recreativo</em>, grêmio
dirigido pelos alunos, assim como pelo jornalzinho semanal
mimeografado “<em>O Gammonense”, </em>editado pelos alunos, e depois pelo<em> “O RLR”</em>,
impresso, cobrindo os principais eventos da cidade, como greves e eleições, com
a liderança de Murilo Felisberto. A venda do <em>“O RLR”</em> na cidade proporcionou uma experiência inédita e bem
sucedida na praça principal &#8211; a venda com uma banca sem vendedor, onde o
interessado pegava seu jornal, pagava numa caixinha onde retirava seu troco.</p>



<p>Alunos, professores e funcionários foram os principais protagonistas da
comunidade verde e branca. Lavras era cidade berço da cultura regional e famosa
por seu histórico em letras, artes e desportos, então cognominada “Atenas
Mineira”, ensina a Wilkipedia:</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-9.png" alt="" class="wp-image-9020" width="723" height="755" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-9.png 407w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-9-287x300.png 287w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /></figure>



<p>Aloisio e Ezequiel no Gammon</p>



<p><em>“Lavras, nos anos 1950, passava por um de
seus momentos de maior riqueza cultural, artística e esportiva, graças a
associações </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Civismo"><em>cívicas</em></a><em>, </em><em>como a Sociedade dos
Amigos de Lavras (SAL) e a Sociedade Lavrense de Cultura Artística (SOLCA). A
crônica da época registra diversas iniciativas, como bailes, concursos,
exposições, eventos educacionais, espetáculos teatrais, recitais de música e
poesia, amistosos e </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Liga_Esportiva_de_Lavras"><em>torneios futebolísticos</em></a><em>, além da formação de uma biblioteca pública e um </em><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Museu_Bi_Moreira"><em>museu municipal</em></a><em>”</em>. (Acesso
em junho/2019).</p>



<p>Nomes, como Roberto Coimbra, Sinval
Silva, Bernd Bartels, Genésio Botelho, José Lima e outros, abrilhantavam o
setor docente do Instituto, de Pedagogia, baseada nos “campi” universitários
norte-americanos, conforme o site da Casa:</p>



<p>“<em>Desde
suas origens até os dias de hoje, o pioneirismo tem sido um dos elementos
distintivos do Gammon. Seus fundadores trouxeram uma concepção de ensino
voltada não somente para a vertente do conhecimento, mas também para a formação
de valores, principalmente aqueles relacionados à ética cristã reformada como
respeito, solidariedade e reconhecimento de Deus como o autor da nossa vida e
soberano sobre todas as coisas”. </em>(Acesso em junho/2019).</p>



<p>Na rotina diária,
professores e alunos se misturavam naturalmente, interagindo com naturalidade nas
classes e nos
intervalos entre elas. Houve até namoros formais, como o do Lely, com uma formosa
mestra, da Joana D’ Arc, com um professor de Matemática, e do Noraldino, com
uma regente do Kemper. As aulas de Francês eram inteiramente ministradas
naquele idioma por D. Lourdes, que incluía notáveis peças literárias para
interpretação dos alunos. Por exemplo, “<em>La mort du loup</em>” (Alfred de Vigny),
que nos diz nos versos finais:</p>



<p style="text-align:center"><em>“Hélas
! ai-je pensé, malgré ce grand nom d’Hommes,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Que
j’ai honte de nous, débiles que nous sommes!</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Comment
on doit quitter la vie et tous ses maux,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>C’est
vous qui le savez, sublimes animaux!</em></p>



<p style="text-align:center"><em>A
voir ce que l’on fut sur terre et ce qu’on laisse</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Seul
le silence est grand ; tout le reste est faiblesse.</em></p>



<p style="text-align:center"><em>&#8211; Ah
! je t’ai bien compris, sauvage voyageur,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Et
ton dernier regard m’est allé jusqu’au coeur!</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Il
disait : &nbsp;» Si tu peux, fais que ton âme arrive,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>A
force de rester studieuse et pensive,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Jusqu’à
ce haut degré de stoïque fierté</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Où,
naissant dans les bois, j’ai tout d’abord monté.</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Gémir,
pleurer, prier est également lâche.</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Fais
énergiquement ta longue et lourde tâche</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Dans
la voie où le Sort a voulu t’appeler,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Puis
après, comme moi, souffre et meurs sans parler”.&nbsp;</em></p>



<p>O mesmo fazia D. Nadir no Inglês,
ficando o poema “IF”, de Rudyard Kipling, como texto de cabeceira de muitos
alunos:</p>



<p style="text-align:center"><em>&#8220;If you can keep your head when all about you</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Are losing theirs and blaming it on you,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can trust yourself when all men doubt you,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>But make allowance for their doubting too;</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can wait and not be tired by waiting,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Or being lied about, don&#8217;t deal in lies,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Or being hated, don&#8217;t give way to hating,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And yet don&#8217;t look too good, nor talk too wise:</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can dream—and not make dreams your master;</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can think—and not make thoughts your aim;</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can meet with Triumph and Disaster</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And treat those two impostors just the same;</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can bear to hear the truth you&#8217;ve spoken</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Twisted by knaves to make a trap for fools,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Or watch the things you gave your life to, broken,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And stoop and build &#8216;em up with worn-out tools:</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can make one heap of all your winnings</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And risk it on one turn of pitch-and-toss,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And lose, and start again at your beginnings</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And never breathe a word about your loss;</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can force your heart and nerve and sinew</em></p>



<p style="text-align:center"><em>To serve your turn long after they are gone,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And so hold on when there is nothing in you</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Except the Will which says to them: &#8216;Hold on!&#8217;</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can talk with crowds and keep your virtue,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Or walk with Kings-nor lose the common touch,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If neither foes nor loving friends can hurt you,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If all men count with you, but none too much;</em></p>



<p style="text-align:center"><em>If you can fill the unforgiving minute</em></p>



<p style="text-align:center"><em>With sixty seconds&#8217; worth of distance run,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>Yours is the Earth and everything that&#8217;s in it,</em></p>



<p style="text-align:center"><em>And—which is more—you&#8217;ll be a Man, my son!&#8221;.</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<p>Da mesma forma, além de suas classes de Espanhol e Filosofia, Sinval Silva conduzia rotineiramente a abertura semanal das aulas, para todos os alunos, reunidos no Lane Morton, com temas sociais, políticos e espirituais. Já Roberto Coimbra, de grande cultura e profundo encanto pessoal, manejava a Língua Pátria com uma beleza e simplicidade sem par, discutindo em aula as “expressões idiomáticas”, a construção da Língua pelos mestres e pelo povo, a valorização das palavras ou sentenças consagradas pelo uso. Independente, paternal e avançado, ressaltava e estimulava a prática da “expressão oral” no como, no quanto e no que deve uma pessoa falar, tanto no seu dia a dia, como em palestras, aulas ou conferências. De sua parte, os funcionários eram acolhidos, simples e corteses, como as secretárias Vanda e Vanilda, o cozinheiro José e os serviçais dos dormitórios, como o Sebastião Calisto e a Ritinha, esta última despertando amores em vários rapazes internos. Referência especial seja feita ao <em>Coral do</em> <em>Instituto</em> e às atividades desportivas. O <em>Coral,</em> dirigido magistralmente por Mrs. Mildred, encantava a todos nos cultos e eventos, destacando-se a apresentação em altíssima qualidade do <em>Messias,</em> de Haendel, assim como a ópera “<em>O Mikado” </em>(Gilbert &amp; Sullivan)<em>, </em>apresentada no Instituto e na cidade. Inesquecíveis, ainda, eram os cantares de Mrs. Mildred, noiva nos EUA, a interpretar com extrema emoção melodias românticas, como <em>With a song in my heart, Night and day e The man I love, </em>com Norma Duarte ao piano.Nos esportes e sob a batuta de Lima, intensa e regular movimentação, envolvendo treinamentos e competições em praticamente todas as modalidades, sobressaindo-se o atletismo e o futebol, com títulos alcançados em nível local e regional. E a torcida cantava com ufanismo, sob o comando do Bi Moreira: <em>“Abram alas, estudantes, vai passar o Zé Gamão&#8230;”.</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-11.png" alt="" class="wp-image-9022" width="734" height="552" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-11.png 423w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-11-300x226.png 300w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-11-86x64.png 86w" sizes="(max-width: 734px) 100vw, 734px" /></figure>



<p>Aloisio, Ezequiel e João Carlos embarcando em Belo Horizonte para Lavras num voo da Nacional Transportes Aéreos &#8211; 1956</p>



<p>O internato masculino comportava uns 400 rapazes de diversas
procedências (Pará, Guaporé, Rio de Janeiro, Paraná, <a href="file:///E:/mato">Mato</a> Grosso, Goiás), mas a
maioria provinha de cidades mineiras (Ribeirão Vermelho, Luminárias, Perdões,
Nepomuceno, Carmo da Mata, Patrocínio, Belo Horizonte, Araxá, Monte Carmelo, Bambuí,
Piumhi, Prados, Oliveira, Formiga, Campo Belo, Cambuquira, Lambari, Abadia dos Dourados
etc), Assim se orquestrava uma rica miscigenação de culturas e costumes entre os
alunos. Muito interessante era a capacidade extraordinária do Dr. Sinval para &#8211;
sozinho &#8211; administrar esta rapaziada toda, inclusive nos protestos que faziam
aos gritos no refeitório, quando o feijão estava queimado, berrando o canto (em
<em>birthday</em>): “O feijão tá queimado (três vezes), que ele seja trocado”.</p>



<p>Como ponto essencial, os inúmeros apelidos dados aos alunos revelavam
facetas críticas, procedência, família ou caricaturas. Vinham principalmente da
veia criativa e sádica dos veteranos ao batizar seus calouros e novos alunos. Por
exemplo, à época, eis alguns apelidos relembrados:</p>



<p><strong><em>Amigo da Onça, Asinus Otarius, Batata, Biscoito, Bombril, Boró, Burro
Branco, Burro Preto, Cafetão, Camarada, Canarinho, Carioca, Charuto, Chicletão,
Coronel, Cocota, Cu Triste, Dentinho, Esgoto, Feijão, Florzinha, Fredão, Fueiro,
Furioso, Galo, Gato, Guaporé, Jacaré, Jacatico, Juju, Lobato, Marruco, Meu
Chapa, Mossoró, Pai Adão, Pai d´égua, Patureba, Péla, Peru, Peruzão, Peruzinho,
Pinguim, Pinto-Maluco, Pombinha, Porca-Piau, Quinca, Sidinha, Soneira, Tampinha,
Xangrilá, Ximbica, Xulapa, Xulipa, Zazo, Zé Moranga, Zé Prego e Zé Gamão </em></strong><em>(o
</em><em>Bi Moreira).</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-12.png" alt="" class="wp-image-9023" width="723" height="637" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-12.png 411w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-12-300x264.png 300w" sizes="(max-width: 723px) 100vw, 723px" /></figure>



<p>Marina e Aloisio no Gammon</p>



<p>A rotina diária era simples e eficiente, cabendo aos alunos várias
tarefas de controle e organização, como regência de dormitórios e “estudinhos”,
chefias da banda e equipes esportivas, treinamento de grupos em várias
modalidades esportivas, controle da biblioteca e da enfermaria (curativos e
pequenos cuidados) etc. Nos dias úteis, a faina começava com o primeiro badalar
do sino do refeitório, às 6:00 da manhã, seguindo-se o toque das 6:10, e o
último, para fechar as portas, às 6:15. Café, leite e pão francês com generosa
manteiga compunham o menu básico, às vezes enriquecido com bananas. As aulas
começavam às 7:30 e eram nas salas designadas, alternadas a cada classe com
outras salas, o que nos obrigava a caminhar pelo ar puro, cruzar com outros
alunos e evitar a mesmice. Às 9:00 reuniam-se todos no Lane Morton para as
palestras da abertura e algumas orações. O almoço era às 12:00, recomeçando as
aulas da tarde às 14:00. Ao jantar seguia-se o horário de estudinho para os
rapazes mais novos, excluindo-se o pessoal do Científico desta obrigação. Aos
sábados, geralmente havia aulas pela manhã e estudinho à tarde. Em tardes livres,
aproveitava-se para desportos, leituras e passeios pela cidade (portões sempre
abertos), sendo obrigatório o leite com brevidades no bar do Alemão. Também
eram rotina o corte de cabelo com o Sr. José e a retirada semanal da mesada,
administrada pelo Bi Moreira. Os rapazes mais velhos saiam à noite,
especialmente nos sábados, quando se dava o concorrido <em>footing</em> (“rela”),
na Praça Central. Às 22:30 todos deveriam estar de volta, havendo conferência
pelos regentes dos dormitórios. Nos domingos, dia de descanso formal, o café
era às 8:00, sobejamente antecedido por uma sopa grossa, espécie de canja.
Seguia-se o Culto às 9:00, várias vezes celebrado por um pastor da cidade e com
participação do <em>Coral.</em> Aos alunos
católicos era permitida uma saída às 6:00 da manhã para a Missa na Capela do
Lourdes, o que era elogiado pelo Sinval desde que não faltassem ao Culto. O
almoço era às 13:00 e no intervalo vários alunos dirigiam-se à Telefônica para
falar com seus pais. Eram vedadas práticas desportivas, mas a biblioteca
permanecia funcionante. Nas festas cantava-se o “macaco na roda”, assistiam-se
representações e números musicais, rapazes e moças circulavam livre e
alegremente pelas alamedas.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-13.png" alt="" class="wp-image-9024" width="733" height="687" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-13.png 413w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-13-300x281.png 300w" sizes="(max-width: 733px) 100vw, 733px" /></figure>



<p>Léo (Emmanuel), nossa mãe Nícia&nbsp; e Eduardo</p>



<p>Passagens histriônicas e estripulias dos alunos aconteciam com
frequência no Instituto, como não poderia deixar de ser, para gáudio dos
rapazes e dores de cabeça para o Dr. Sinval. Para finalizar, relembremos
algumas delas, em nosso período:</p>



<ul><li>Visita ao cemitério de Lavras à meia-noite, para testar alunos medrosos.</li></ul>



<ul><li>Roubo de um enorme cacho de bananas do Colégio Aparecida, com o Cocota,
de madrugada.</li></ul>



<ul><li>Utilização à noite, de um trator MF estacionado no Colégio, para um giro
na Praça da Estação.</li></ul>



<ul><li>Lançamento noturno de um gato, aos berros, introduzido no quarto de J.
Cambraia e A. Paulinelli, desde a janela do 3 de cima.</li></ul>



<ul><li>Apropriação indébita de galinhas, à noite, em casas da Lavrinhas, para a
confecção de risotos na pensão de D. Geralda, reservando-se uma delas como
pagamento do serviço.</li></ul>



<ul><li>Balbúrdia enorme no 3 de baixo pela introdução de um cavalo no banheiro,
pela madrugada.</li></ul>



<ul><li>Idem, idem no penúltimo quarto do mesmo dormitório, de um grande
cachorro que ousou deitar-se na cama com um dos alunos.</li></ul>



<ul><li>Fugas noturnas para horas dançantes no Cine Ipê, no CA da ESAL e nos
“salões” da Exposição (“Society” e “Cinzeiro”).</li></ul>



<ul><li>Importantes desdobramentos da “visita” do esqueleto humano das aulas de
Ciências ao 3 de baixo, à meia-noite: no quarto dos gêmeos Ronan e Ronaldo, o
medrosíssimo Galo foi despertado com a caveira a sua frente, emitindo um grito
de terror, chamando sua mãe e se escondendo por baixo das cobertas. No quarto
vizinho, Carlos Côrtes recebeu muito naturalmente os protagonistas, entendendo
prontamente os objetivos da ação, cujo alvo seria o galhofeiro e gozador
Cocota. No entanto, para decepção geral, o dito cujo teimou em não acordar,
apenas se abraçando, amorosamente, com o esqueleto.</li></ul>



<ul><li>Os concursos inusitados entre os alunos, como o de comer mais “boticas”
(guloseimas enviadas de casa para os alunos), vencida facilmente pelo Hudson
Menicucci, e o da sopa dominical (Jaú = 7 pratos e JCP Dias = 7,5). O concurso
de tempo de permanência de besouros e aranhas pelas costas de alunos nus, ou de
giros sem cair com o tronco fletido e a cabeça voltada para um lado, e, ainda,
o concurso do tamanho da chama proveniente de flatulências de alunos nus, em posição
ginecológica.</li></ul>



<ul><li>A briga generalizada entre motoristas e alunos no “dancing” do Ipê, em
que o G. Alvarenga, do alto da escada, perguntou de que se tratava. Foi
informado que devia averiguar ele mesmo, <em>in loco,</em> e, quando desceu, foi
logo apanhando, sem saber por que e nem por quem.</li></ul>



<ul><li>As famosas caçadas noturnas
de rãs nos brejos da ESAL, com a cumplicidade do Sinval, que recebia
pessoalmente os animais e os preparava para D. Haidée cozinhar. Certa feita, o
Zazo pescou uma cobra, o que lhe rendeu enorme pavor e uma grande dificuldade
em voltar àquela atividade.</li></ul>



<ul><li>A briga memorável, depois do almoço, entre o Hudson (muito gordo e
simplório) e o Paulo Alvim (mais forte), assistida por grande número de alunos.
O Paulo levava nítida vantagem, desconhecendo as brincadeiras que se faziam com
o pobre Hudson, que era aplaudido pela turba com os gritos “monta, monta!”. Não
é que o infeliz conseguiu derrubar o oponente e deitar sobre ele todo o seu
corpanzil? Arfante, surpreso e sem ar, o Alvim teve, como último recurso,
agarrar e comprimir com toda força a garganta do outro, deixando-o também em
apuros e sufocado. Carlos Côrtes interviu, bombasticamente berrando: “Ninguém
entra!”. Nesse instante, o Hudson não se aguentou e vomitou enorme volume do
almoço sobre o rosto do oponente, o qual, de boca aberta, sorveu grande parte
do líquido, motivando também seu próprio vômito que atingiu seu agressor e
alguns circunstantes. Foi assim o “gran-finale” da porfia, abrilhantado pelo
vômito consequente de vários meninos que rodeavam os contendores.</li></ul>



<p>Abram alas, estudantes! Este é o nosso Gammon, amado e devidamente celebrado
nestes 150 anos. Dos que tivemos a felicidade de vivê-lo, o preito de carinho e
gratidão.</p>



<p><em>Belo Horizonte, Rio, junho
de 2019</em></p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-14.png" alt="" class="wp-image-9025" width="732" height="975" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-14.png 418w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-14-225x300.png 225w" sizes="(max-width: 732px) 100vw, 732px" /></figure>



<p>Aloisio, com Marina Nascimento Paiva , amiga dos tempos do Gammon, em uma de suas últimas fotos.</p>



<figure class="wp-block-image"><img src="" alt=""/></figure>



<p></p>



<figure class="wp-block-image is-resized"><img src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-15.png" alt="" class="wp-image-9026" width="724" height="1286" srcset="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-15.png 415w, http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2019/06/image-15-169x300.png 169w" sizes="(max-width: 724px) 100vw, 724px" /></figure>



<p>João Carlos soltando pipa com o neto</p>
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]]></content:encoded>
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							</item>
		<item>
		<title>Personalidade Gammonene: Alfredo Scheid Lopes (Alfredão)</title>
		<link>http://dalvasueli.com.br/2017/10/24/personalidades-gammonenes-alfredo-scheid-lopes-2/</link>
				<comments>http://dalvasueli.com.br/2017/10/24/personalidades-gammonenes-alfredo-scheid-lopes-2/#respond</comments>
				<pubDate>Tue, 24 Oct 2017 00:26:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Dalva Sueli]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Personalidade Gammonense]]></category>
		<category><![CDATA[alfredão]]></category>
		<category><![CDATA[institutogammon]]></category>
		<category><![CDATA[personalidadesgammonenes]]></category>

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				<description><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="206" height="267" src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2017/10/tumblr_inline_oy4uwg9bXr1to90x5_540.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" /></div>
<p>&#160; Alfredo Scheid Lopes (Alfredão) nasceu em Minduri, Minas Gerais em 19 de dezembro de 1937, último dos oito filhos de Antônio de Araújo Lopes e Alexandrina Scheid Lopes. Mudou-se para Lavras aos oito anos e fez seu curso primário no Grupo Escolar Firmino Costa e lembra com saudade da professora Margarida Máximo (de 1951 a [&#8230;]</p>
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]]></description>
								<content:encoded><![CDATA[<div style="margin-bottom:20px;"><img width="206" height="267" src="http://dalvasueli.com.br/wp-content/uploads/2017/10/tumblr_inline_oy4uwg9bXr1to90x5_540.jpg" class="attachment-post-thumbnail size-post-thumbnail wp-post-image" alt="" /></div><figure><img src="https://78.media.tumblr.com/31a3ca4206a33f82e4e79cae8f6b0662/tumblr_inline_oy4uwg9bXr1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Alfredo Scheid Lopes (Alfredão) nasceu em Minduri, Minas Gerais em 19 de dezembro de 1937, último dos oito filhos de Antônio de Araújo Lopes e Alexandrina Scheid Lopes.</b></p>
<p>Mudou-se para Lavras aos oito anos e fez seu curso primário no Grupo Escolar Firmino Costa e lembra com saudade da professora Margarida Máximo (de 1951 a 1954).</p>
<p>Fez o curso ginasial no colégio Nossa Senhora Aparecida.</p>
<p>Um dia, andando de bicicleta foi abordado pelo famoso prof. José Lima que era o grande professor e coordenador da Educação Física no <b>Instituto Gammon</b>; o professor, com olho clínico percebeu nele um atleta em potencial. Convidou-o para treinar atletismo no <b>Gammon</b>, mesmo sendo ele aluno de outra escola, demonstrando completa ausência de preconceito.</p>
<p>De 1955 a 1957 fez o científico no <b>Instituto Gammon</b>.</p>
<p>Formou-se em agronomia na Escola Superior de Agricultura de Lavras (ESAL), no ano de 1961.</p>
<p>De 1962 a 1963 foi professor de Ciência e Fertilidade do Solo na ESAL (atual UFLA).</p>
<p>De 1972 a 1977 fez mestrado &#8211; PHD na Carolina do Norte USA, especialista em solos.</p>
<p>Foi diretor técnico da Associação Nacional para Difusão de Adubos (1986 a 1989).</p>
<p>A partir de 1994 tornou-se voluntário no departamento de Ciências do Solo, onde atua até os nossos dias com inegável competência.</p>
<p>O Prof.Alfredo é autor de livros a sua área de estudo e trabalho: Fertilizantes e Seu Uso Eficiente (179 páginas). Solos, Fatos e Conceitos traduzido do autor alemão Schrorder para o inglês e português (244 páginas).</p>
<p>Alfredo é autor de nove livros, sendo três como coautor e os outros como primeiro autor.</p>
<p>O Prof. Alfredo foi orientador de 28 estudantes em iniciação científica, pós-graduação e mestreado.</p>
<p>Participou no Brasil de 600 eventos relacionados a agricultura e 32 no exterior, sendo muitas vezes o palestrante.</p>
<p>Fez conferências em manejos de solos ácidos na Austrália, nas Filipinas, no Japão, na Itália, na Inglaterra, na Venezuela, nos Estados Unidos, na Colômbia, no Quênia, no México, em Bali (Indonésia), e na China.</p>
<p>Realizou visitas técnicas a várias universidades e centros de pesquisa na Holanda, na Alemanha, na Espanha, em Portugal, na França, no Havaí e em Singapura.</p>
<p>Dentre os prêmios e distinções recebidas destacamos:</p>
<ul>
<li>Certificado de Méritos da FAO, Roma, Itália, 1976;</li>
<li>Pesquisador do Ano de 1986 pela EPAMIG, Minas Gerais; Professor Emérito pela Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), 1989;</li>
<li>Prêmio Ceres de Produtividade Agrícola, Brasília, 1990;</li>
<li>Professor Emérito pela ESAL, 1991;</li>
<li>Paraninfo dos formandos da UFLA em 1992, 1996, 1999, 2000, 2006 e 2007;</li>
<li>Comenda Antônio Secundino de São José, outorgada pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais, 1993;</li>
<li>Pesquisador Emérito do CNPq em 2008.</li>
</ul>
<p>Em maio de 1995, o professor Alfredo recebeu, em Singapura, o Prêmio Internacional de Fertilizantes, outorgado pela International Fertilizer Industry Association, com sede em Paris, concorrendo com cientistas dos países em desenvolvimento. Este prêmio é um tributo aos seus mais de 40 anos de ensino, pesquisa e extensão que contribuíram para o desenvolvimento da produção agrícola na região dos cerrados. Pesquisador Emérito do CNPq em 2008. Em 2013 recebeu três honrarias:</p>
<ul>
<li>Prêmio Pesquisador Sênior do IPNI – Internacional Plant Nutrition Institute (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=of8_GDHLvKk">https://www.youtube.com/watch?v=of8_GDHLvKk</a>)</li>
</ul>
<ul>
<li>Prêmio Norman Borlaug conferido pela ABAG, Fundação Agrisus e USP (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=dLZ1kxRpBfU">https://www.youtube.com/watch?v=dLZ1kxRpBfU</a>)</li>
</ul>
<ul>
<li>Prêmio Heróis da Revolução Verde Brasileira, promovido ABAG, ANDEF, FAO-ONU e EMBRAPA (<a href="https://www.youtube.com/watch?v=matv-ha9gJE">https://www.youtube.com/watch?v=matv-ha9gJE</a>).</li>
</ul>
<p>Em 27 de abril de 2015, durante a abertura do Agrishow de Ribeirão Preto, o Professor Alfredo recebeu o Prêmio Brasil Agrociência, outorgado pela ABAG, ABMAQ, ANDA e SRB (<b></b><b><a href="http://www.ufla.br/ascom/2015/04/28/professor-alfredo-scheid-recebe-o-premio-brasil-agrociencia-na-abertura-da-agrishow-2015/">http://www.ufla.br/ascom/2015/04/28/professor-alfredo-scheid-recebe-o-premio-brasil-agrociencia-na-abertura-da-agrishow-2015/</a></b>).</p>
<p>Atualmente é Professor Emérito da Universidade Federal de Lavras (UFLA), aposentado em 1993 e até hoje Professor Voluntário do Departamento de Ciência do Solo da UFLA. É também, Consultor Técnico da ANDA, Associação Nacional para Difusão de Adubos em São Paulo.</p>
<p>Na sua juventude foi grande atleta com destaque no Brasil com os seguintes títulos:</p>
<ul>
<li>Campeão Mineiro durante nove anos das provas de salto em altura, salto triplo e salto em extensão;</li>
<li>Campeão de basquete do interior de Minas Gerais em 1955, 1960 e 1969; pelo Lavras Tênis Clube;</li>
<li>Foi integrante da Seleção Mineira de Basquete e Vôlei durante vários anos, campeão brasileiro de Salto em Altura, Tríplice e Extensão;</li>
<li>Campeão sul americano de Salto em Altura; integrante da Seleção Brasileira de Atletismo, participou de torneios na Argentina, no Chile, no Peru e no Uruguai;</li>
<li>Foi jogador de futebol no Fabril e na Olimpíada durante 18 anos.</li>
</ul>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/4e982ce6706f5f364fba52bc9e7df9bc/tumblr_inline_oy4uw0QVDT1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Ele é auto didata em violão e piano, que são seus hobbies.</p>
<p>Alfredo é casado com Selma Scheid Lopes e tem dois filhos (Cláudia Mara – Engenheira Agrônoma e Luiz Henrique – Músico) e dois netos (Erick Henrique – 10 anos e Carolina – 19 anos).</p>
<p>O Prof. Alfredo não se esquece do fato de que o <b>Gammon </b>foi muito importante na sua vida como atleta, como profissional e como um ser humano que preserva os valores morais e os bons costumes.</p>
<p>Atualmente é Professor Emérito da UFLA.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/cf7e06306afa7d802ec1fd4443ab0bbe/tumblr_inline_oyafpkQ9cC1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Selma Sheid Lopes e Alfredo Sheid lopes</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/330b6167ea1faaf5b8754621c67976ee/tumblr_inline_oyafr3UXHb1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Prof Fausto de Souza &#8211; Graduação</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/62e9e5b405d8fe615c6253f8fd21cbb1/tumblr_inline_oyae8gMXyz1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/4143189afb152330512ab85d17e9d900/tumblr_inline_oyafr7SsdL1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Selma , cumprimentando os atletas.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/a9caef7dada57954f5d3cd62fe00dd1c/tumblr_inline_oyafsnm0871to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Preparando para os treinos</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/0a08300de91420893d52c63ece9d58cf/tumblr_inline_oyae7yKTAs1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Salto em extensão, Semana do Instituto Gammon, Lavras, MG, Agosto de 1955.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/419dda0dc0919ced241689e6db54fb6e/tumblr_inline_oyae8j97yN1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Lavras Tênis Clube, Campeão de Basquete do Interior de Minas Gerais,Belo Horizonte, MG, 1960.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/22dc09629072432443b253afce065faf/tumblr_inline_oyae93hrai1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Abertura dos XIV Jogos Universitários Brasileiros, Belo Horizonte, MG, Setembro de 1958.</p>
<figure><img src="https://78.media.tumblr.com/82344ae4fdc4fec49cf89f5dfcfb0907/tumblr_inline_oyae8rXMoa1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Seleção Mineira de Basquete, Campeonato Brasileiro, Porto Alegre, RS, 1958.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/3234349aeb0f835919f5fea7375f65aa/tumblr_inline_oyaeaejpvi1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>A 1ª partida do Pelé, então com 16 anos, pelo Santos em Minas Gerais foi em  1957,  em Lavras</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/b44c2935fe278900834e80e441382427/tumblr_inline_oyaeblTU0V1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Salto em Altura, Semana do Instituto Gammon, Lavras, MG, Agosto de 1957.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/868cbf5f07f538d86d44ddc15d338d67/tumblr_inline_oyae8tAeli1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/edc321b7deb379d619b810652f83fce7/tumblr_inline_oyaeb6mFS71to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Arremesso de Peso, IV Jogos Universitários Mineiros, Juiz de Fora, MG, 1960.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/a48f61fd300e9b283135375b364095ae/tumblr_inline_oyaebtZc0T1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Três mineiros na seleção brasileira de atletismo, Marcelo de Souza, Marta Miraglia e Alfredo Scheid, 21º Campeonato Sul-Americano de Atletismo, Lima, Peru</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/1544bc52db35f2ab37371a84d9274f15/tumblr_inline_oyaecl1uOo1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Time do Fabril E.C. de Lavras no jogo contra o Santos F. C. em  09061957.</p>
<p>———————————————————————————————————–</p>
<p><b>Títulos e Medalhas:</b></p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/c87b0b3d2042e917af270b2c682b04c1/tumblr_inline_oyafb5BqSr1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>1995 IFA International Fertilizer Award, outorgado pela IFA &#8211; International Fertilizer Industry Association com séde em Paris, França, Cingapura</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/d3b54f7c067382efb57fab9bcef79554/tumblr_inline_oyaf9j710z1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Diploma de Vice-Campeão Sul-Americano de Salto em Altura, Montevidéu, Uruguai, 1958.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/1c0ab1ab58d22f17f3822723c267379b/tumblr_inline_oyae8mmBqy1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/a927c36c89f3fa55e43a83de9bf8b575/tumblr_inline_oyae8oW9Eg1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/e2eb68f75f2b1e07bd37cded1d358a0d/tumblr_inline_oyae9uZUJd1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Toféu de Campeão de Salto em Altura do Torneio Internacional Outono, com a participação dos melhores atletas de 6 países da América do Sul, Buenos Aires, Argentina, 1958.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/2a86a8f40b099d9e4652bd10300a19f5/tumblr_inline_oyaea6vOYn1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Troféu de Campeão Brasileiro de Salto em Altura e  Melhor Atleta de Minas Gerais em 1958.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/bbffa883a16fd577eebccefc5670bbd9/tumblr_inline_oyaeajtbcD1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Prêmio Brasil Agrociência 2015, outorgado pela ABAG, ABMAQ, ANDA e SRB, Agrishow 2015. Ribeirão Preto, 27 de abril de 2015.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/d5f8012bff25c4362f2d81d5135ad8c8/tumblr_inline_oyaebzpm9J1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>heróis</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/f3d1464537518780db506398806a63d0/tumblr_inline_oyaeauMDnD1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>phd Diploma de MSc, North Carolina State University, Raleigh</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/e1ade64ef8c3cae64dd11519c25451be/tumblr_inline_oyaeb3tVK11to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Prêmio IPNI Brasil em Nutrição de Plantas &#8211; 2013, Categoria Pesquisador Sênior, Florianópolis, SC, 20 de julho de 2013.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/79275ec377b53b662af7266e4de09ce8/tumblr_inline_oyaezgbh811to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Paraninfo dos formandos da ESALUFLA em 1992, 1996, 1999, 2000, 2006 e 2007. Na foto homenagem da Reitoria da UFLA na formatura de 2007.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/1fd0e19a4fab47e5935977e1aab4c7b4/tumblr_inline_oyaec5hzvp1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Placa de reconhecimento pelos serviços prestados à agricultura brasileira, outorgada pela Produquímica &#8211; Agro, Ribeirão Preto, 18 de junho de 2015.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/c13760de1114e532f7bac3c0b4e3b79d/tumblr_inline_oyaf2km2MG1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<p>Prêmio Norman Borlaug 2013, Sustentabilidade, outorgado pela ABAG, Fundação AGRISUS e USP. São Paulo, 5 de agosto de 2013.</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/66ffa44f1b664efac8760f54328bd4c0/tumblr_inline_oyaeccgslq1to90x5_540.png" alt="image" /></figure>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/8561e8d808c9f217bf3c348cd5f5993f/tumblr_inline_oyaebq2pfM1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/1912810eb3954136a7d1301e06314e8c/tumblr_inline_oyaecgge4N1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p><b>———————————————————————————————————–</b></p>
<p><b>Hobbies:</b></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/5551568a8251798c0057cd0fea43319f/tumblr_inline_oyaebhiYrP1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Hobbies &#8211; Orquidário</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/5d6ee8061be8caa4930b374ed61218cb/tumblr_inline_oyae9aj3xa1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Hobbies &#8211; Orquidário</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/f0e9c9d81be257e7c8f7cfb99231274c/tumblr_inline_oyaebdAikN1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Hobbies &#8211; Macramê</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/64e714aaa7bfba5f54124c0f9ccb26f3/tumblr_inline_oyaecxJKMp1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Hobbies &#8211; Carpintaria</p>
<figure class="tmblr-full"><img src="https://78.media.tumblr.com/49da92405be57da61d22fc7d49566981/tumblr_inline_oyaed3aTJm1to90x5_540.jpg" alt="image" /></figure>
<p>Hobbies &#8211; Macramê</p>
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