Personalidade Gammonense – Maria Angêla

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Maria Ângela Alvarenga Rodrigues, filha de Orlando Alvarenga e Corina Mesquita Alvarenga, é lavrense de nascimento e gammonense desde 6 anos de idade (era então Maria Ângela Alvarenga), Jardim da Infância (1949 – Escola Carlota Kemper) até 1961 (Instituto Gammon, Técnico de Contabilidade). Então só estudei no  Instituto  Gammon.

Jardim da Infância: Dona Iris, nossa professora. Alguns nomes: Lívia Galvão, Maria Ângela Alvarenga, Denise Teixeira, Miralda Bueno, Maria Ângela Botelho, Maurício Pádua, dentre outros.

Nesta época, lembro bem que, quando chovia forte, Dona Margarida me colocava no colo. Eu tinha medo de tempestades.

Já no Primário,  Ginasial e Técnico em Contabilidade (nomes da época), eram vários colegas, vários professores: Dona Beliza, Dona Nilza, Dona Ione, Dona Delva, Dona Margarida, Professor Roberto Coimbra, Dr. Almir Paula Lima, Dona Marta, são apenas alguns dos muitos professores que nos ensinaram, com muita competência, como crescer para a vida!

Pic nic da quarta série ginasial, no Poço Bonito, onde aparecem alunos, alguns pais e professores.

Sempre me esforcei com os estudos e sempre conseguia os primeiros lugares. Após a formatura do Curso Ginasial (nome da época), passei a estudar no Instituto Gammon, para cursar o Técnico em Contabilidade. E também passei a participar muito mais intensamente das atividades do Gammon! Esportes em geral e de modo especial como Baliza do Gammon, juntamente com outras colegas: Foram muitas balizas, todas instruídas pela nossa ótima professora Àbia Botelho. Também, no Gammon, conheci Almir Alves Rodrigues, meu marido e companheiro há mais de 60 anos.

Algumas balizas do meu tempo: Paula, Maria José, Nylsea, Verinha Botelho, Zaira, Ana Maria, Maria Helena Vitorino, e mais algumas alunas do internato. Em Agosto na “Semana do Instituto”, quando comemorávamos o aniversário do Gammon, praticamente só voltávamos para casa, para dormir e alguma refeição! Era dedicação total e exclusiva às festividades e treinamentos.

Nunca me esquecerei das arquibancadas nos barrancos, lotadas de alunos e pessoas comuns, dos desfiles, dos jogos, das festas, do “macaco na roda”, e eu participava intensamente de tudo e sempre com a maior emoção e interesse.

Arquibancadas (barranco) lotada de espectadores.

Aos 15 anos, a professora Ábia Botelho me levou para ser Baliza da FUME (Federação Universitária Mineira de Esportes, no desfile de abertura do XIV Jogos Universitários do Brasil, representando o GAMMON. Participaram dos jogos, Alfredão, Ibia, Turcão, Canarinho, Chavante, dentre outros lavrenses e gammonenses.

O Curso de Contabilidade, foram 3 anos de muita convivência e participação! Já completamos 50 anos de formados, nos reunimos na Semana do Instituto em 2011. E também neste ano, conseguimos reunir, nas festividades, 6 ex-balizas: Nylseia, Maria José, Zaira, Maria Helena, Ana Maria e eu.

No Curso de Contabilidade, fiquei em 1º lugar durante os 3 anos e fui homenageada com uma placa no dia da formatura.

Uma vez gammonense, sempre gammonense. A emoção ao cantarmos o Hino do Instituto, ao participarmos ou simplesmente assistirmos aos desfiles, é muito grande.

Hoje, aos 76 anos, tenho uma linda família: Almir e eu, estudamos e formamos no Gammon, 3 filhos gammonenses, 4 netos, 1 gammonense e 2 bisnetos, um que estudou também no Gammon.

Enfim, minha relação com o Gammon tem raízes profundas, inúmeras recordações, muitas amizades e posso afirmar com certeza que : A GENTE SAI DO GAMMON, MAS O GAMMON NÃO SAI DA GENTE.

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